Câmara do Funchal apoia Bombeiros Voluntários Madeirenses em 115 mil euros

Câmara do Funchal e Bombeiros Voluntários celebraram um protocolo.

São 115 mil euros que a Câmara do Funchal vai canalizar, este ano, para os Bombeiros Voluntários Madeirenses, ao abrigo de um protocolo hoje assinado. O presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo, e o vereador com o pelouro da Proteção Civil Municipal, João Pedro Vieira, estiveram esta manhã na sede dos Bombeiros Voluntários Madeirenses, para celebrar esse mesmo acordo entre a Autarquia e aquela corporação. O protocolo foi assinado, na ocasião, pelo Presidente da respetiva Associação Humanitária, Rui Pedro de Jesus.

Paulo Cafôfo destacou, na ocasião, que “a Proteção Civil da cidade, e a segurança de pessoas e bens, é uma responsabilidade desta Câmara, e é por isso que temos na nossa orgânica interna os Bombeiros Sapadores do Funchal. A cidade tem a sorte de também poder contar, no entanto, com os Bombeiros Voluntários Madeirenses, que são determinantes para a proteção da cidade, e a própria história da corporação, confunde-se com a história do Funchal.”

“A assinatura deste protocolo, a que se juntam os seguros que pagamos à corporação, representa um apoio total de 115 mil euros, que é atribuído todos os anos, sendo que aproveitamos este momento para agradecer e reconhecer a excelência dos Voluntários, e para lembrar que a segurança da cidade não tem preço. Este protocolo sublinha o papel dos BVM para que os funchalenses possam ter sempre a garantia de que a sua cidade está segura, e preparada para responder a todas as provações.”

O presidente da Autarquia enalteceu “a excelente coordenação entre as duas corporações da cidade do Funchal, num trabalho diário de planeamento e articulação entre os Sapadores e os Voluntários”, acrescentando que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Madeirenses “tem também um papel importante de solidariedade social e ação cívica, junto da população que serve e protege. Para além do profissionalismo, e das capacidades técnicas, apoiamos também esse leque de ações dos Voluntários, porque o nosso papel é estar ao lado deles e não pode haver capelinhas quando está em causa a proteção de pessoas e bens no Funchal.”


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