
O PPM- Madeira veio saudar, em comunicado de imprensa, os 42 anos da Autonomia da Madeira e dizer que apoia mais empenho para a melhorar, salientando porém que não concorda com o regresso da “tentativa de divisão entre os portugueses”. Para o dirigente João Noronha, o que se tem referido em diversa comunicação social da Madeira por actuais e anteriores responsáveis políticos na Região,” é do nosso ponto de vista a tentativa de regresso ao passado recente”.
O partido entende que há uma tentativa de criar um clima em que “mais uma vez as desgraças do que se passa na Madeira são da continua responsabilidade dos outros, principalmente do Governo da República”, atitude que “deveria envergonhar aqueles que falavam em mudança”.
Para esta força política, “que se saiba, sempre que precisámos de ajuda o Continente nunca nos falhou ou tentam não falhar”. As verbas enviadas pelo continente ou pela União Europeia “servem para sustentar apenas um núcleo muito restrito na Região. Olhemos para a nossa dívida, muito superior ao restante pais, a maior taxa de desemprego, o enriquecimento de poucos em detrimento de uma subida galopante da miséria de grande parte dos cidadãos ou o regresso do ferry cedido por interesses que o Governo Regional sempre nos habituou”.
Em 2019, aponta João Noronha, temos eleições regionais e “nada como adoptar políticas populistas do passado. É sempre mais fácil culpabilizar o outro”.
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