
O Bloco de Esquerda na Madeira não se compromete com aquilo que o líder do PS-M admite como provável no futuro da governação regional, uma “geringonça” à moda daquela que governa na República, liderada pelo PS e viabilizada pelo PCP e pelo BE.
Roberto Almada considera que ainda é cedo para quaisquer decisões relativamente ao futuro político e à estratégia a adotar, focando o aspeto de as eleições terem lugar apenas em 2019 e a existência, em 2018, da Convenção Regional do BE que vai eleger uma nova Coordenação, com consequente definição de estratégia para as eleições regionais de 2019.
O líder do BE Madeira afirma, no entanto, que “o Bloco não está preso a decisões de terceiros”, lembrando o entendimento registado no Funchal, com o apoio do BE à Coligação liderada por Paulo Cafôfo, circunstância que “não impediu o Bloco de manter a sua identidade enquanto partido, participando numa solução para a cidade”.
Roberto Almada reforça a ideia de que “é ainda cedo para falar das eleições regionais, acabámos de sair de umas eleições autárquicas e, por isso, é importante cada coisa a seu tempo”.
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