
José António Castro, que lidera o movimento Mais Porto Santo, candidato às autárquicas deste ano, manifesta-se contra notícias vindas a público, que deram conta do custo do incumprimento dos avales que o Governo anterior assumiu face ao processo relacionado com a empresa Irmãos Castro, apontando o valor desse incumprimento na ordem dos 3 milhões de euros.
O responsável por aquele movimento e visado nessa informação, esclarece que “em sede própria, entenda-se tribunal, tive a oportunidade de apresentar a minha versão dos factos pelo que os autos lavrados das sentenças proferidas não me acusam, nem sugerem qualquer divida à região. Informo que foi efetuada uma escritura onde eu apresento como garantiatodo o meu património para os avales dados”
Estranha, por isso, que venham a público determinadas acusações “no momento em que a sociedade civil do Porto Santo se mobiliza contra a inoperância dos partidos e estes sintam-se melindrados com a perda de militantes por uma causa justa e nobre que é servir a sua terra e não prestar obediência cega aos interesses partidários e aos lobbies instalados”.
Num documento enviado às redações, José António Castro refere sempre ter pugnado “pela defesa dos interesses dos Portosantenses. Certamente neste momento outros valores obscuros se levantam e assumem a sua verdadeira faceta. Ocultado por entre linhas, o comunicado não deixa dúvidas quanto à sua origem e timing. A mim compete-me dizer que com a Irmãos Castro o tecido empresarial do Porto Santo saiu beneficiado”.
Relativamente à ACIPS, refere ter-se tratado da “organização que mais dinamizou o Porto Santo! Senão vejamos; Foram 90000 horas de formação; Apoio concedidos à modernização do comércio; 6 milhões de euros para, em parceria com a Câmara Municipal do Porto Santo, construir infraestruturas de apoio ao comércio local; Melhoramentos das acessibilidades; Formação Profissional – onde se inclui e muito deve agradecer o Sr. Idalino Vasconcelos; A criação de postos de trabalho; Apoio às coletividades locais; Mecenato prestado às empresas em dificuldades…enfim um conjunto de benefícios que agora querem ignorar”.
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