O PSD/Porto Santo explica a destituição da Mesa da Assembleia Municipal e esclarece que esta aconteceu por indicação do presidente da Câmara Municipal do Porto Santo.
Num comunicado assinado por Roberto Silva os sociais-democratas dizem que “na sequência de uma discussão entre o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo e a presidente da Mesa da Assembleia, durante a sessão ordinária de hoje, a Mesa da Assembleia Municipal foi destituída. Esta destituição aconteceu por indicação do presidente da câmara aos deputados municipais socialistas”.
O mesmo documento refere ainda que o “desentendimento entre os socialistas aconteceu de manhã quando o presidente do Município do Porto Santo pôs em causa a forma como a presidente da Mesa da Assembleia (Luísa Mendonça) estava a conduzir os trabalhos”.
De acordo com Roberto Silva “a presidente da Mesa da Assembleia entendeu que não havia condições para continuar os trabalhos, tendo suspendido a sessão e marcado o início dos trabalhos para a parte a tarde.
No início da tarde de hoje, o deputado independente, Dinarte Velosa, perante o que se tinha passado na parte da manhã, propôs a votação de um voto de confiança à Mesa da Assembleia. Os membros do PSD disseram que iam abster-se, uma vez que não foram responsáveis pela eleição da mesma.
No processo de votação, dos 13 deputados municipais que podiam votar, todos os deputados se abstiveram, incluindo os quatro deputados do PS, por indicação do próprio presidente da autarquia”.
Face à recusa dos próprios deputados do PS em votar a moção de confiança à Mesa da Assembleia eleita pelos socialistas, presidida por Luísa Mendonça e Teresa Leão (a nova presidente da concelhia do PS no Porto Santo), o PSD entendeu que não estavam reunidas as condições para o funcionamento deste órgão.
O PSD afirmou que não iria apresentar lista, uma vez que não é o partido mais votado do concelho. Assim, o PSD entende que cabe ao PS apresentar uma nova lista para a Mesa da Assembleia Municipal, que irá acontecer agora na parte da tarde.
“O PSD limitou-se a ser consequente com a votação que houve e com o facto de os próprios deputados municipais não terem aprovado a moção de confiança à sua própria mesa”, conclui o comunicado.
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