O PPM Madeira expressou o seu desacordo sobre o polémico salário de 423 mil euros que o novo presidente da Caixa Geral de Depósitos vai auferir por ano. Para João Noronha “a política remuneratória que explica o ministro das Finanças como “mediana no sector em Portugal” é paga pelos portugueses sabendo que a grande maioria recebem também eles salários medianos, mas para o lado do sector dos ordenados baixos, que está muito em voga em Portugal”.
Para além do presidente, aponta o dirigente do PPM, João Noronha, há ainda vogais executivos que vão auferir 337 mil e vogais não executivos que ganharão 49 mil euros por ano.
“O regime republicano lá vai explicando com falinhas mansas, o que dificilmente pode ser compreendido e aceite. Com salários destes e pagos pelos contribuintes, como é possível melhorar a saúde e a educação, criar mais postos de trabalho, incentivar a criação de novas empresas e aumentar com dignidade as pensões? Não devemos esquecer que estes não são os únicos que pertencem a um grupo restrito a receberem salários milionários em detrimento da maioria”, apontam os monárquicos.
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