
O Partido Socialista da Madeira emitiu um comunicado, assinado pelo vice-presidente do partido, Thomas Dellinger, no qual se sublinha que o Banco Internacional do Funchal – BANIF foi nacionalizado há cerca de três anos pelo anterior Governo da República liderado pelo PSD/CDS. “No final de 2012, o governo de então injectou no BANIF cerca de 1,1 mil milhões de euros (700 milhões de euros em acções preferenciais e 400 milhões através da compra de obrigações de capital convertíveis). Desde então, foram apresentados oito planos de reestruturação à Comissão Europeia, todos rejeitados. O Governo de então não encontrou nenhuma solução para o BANIF e ocultou a grave situação em que se encontrava por questões puramente eleitorais”, denunciam os socialistas.
Após o Governo da República liderado pelo Partido Socialista tomar posse teve que tomar uma decisão em tempo recorde: ou liquidava o banco ou vendia, tendo optado pela venda, garantindo assim a manutenção dos postos de trabalho e protegendo todos os depositantes, considera o PS-M, que refere que a liquidação do BANIF “teria consequências catastróficas nas economias regionais”.
Entretanto foi constituída uma comissão de inquérito parlamentar ao BANIF de forma a averiguar os factos que levaram a este desfecho, lembra o partido.
“Após a conclusão dos trabalhos, foi apresentado o relatório final da comissão ao qual o PSD/M votou contra. Tendo em conta o sentido de voto do PSD Nacional e do PSD Madeira em relação a esta matéria, importa referir que: 1. Votaram contra um relatório que contém um capítulo destinado aos lesados a manifestar a total solidariedade; 2. Votaram contra um relatório que permitiu salvar a economia regional, milhares de depositantes e manter um número de empregos significativo; 3. Ao votar contra um relatório que salvou a economia madeirense, o “renovado” PSD/Madeira, evidencia que continua agachado a Lisboa e subserviente ao líder do PSD, Pedro Passos Coelho”.
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