
35.000 m3 de escavação de solos, 17.500 m3 de betão, 25.000 m2 de área já construída. Os números da obra que está a mudar a face de uma das zonas nobres do Funchal.
* Com Rui Marote
Decorridos cerca de cinco meses, as obras do renovado Hotel Savoy Palace destacam-se no panorama da construção civil regional pelo volume de materiais, dimensão de mão de obra envolvida e sofisticação de equipamentos e técnicas de engenharia utilizados.
Os números da empreitada que está a ser levada a cabo pelo Grupo AFA, a que o FN teve acesso, são surpreendentes e comprovam que o projeto segue a velocidade de cruzeiro. Uma autêntica colmeia de obreiros a trabalhar em contrarrelógio, porque “tempo é dinheiro” e com investimento de milhões não se brinca.
Concluída a movimentação de terras, a estrutura está praticamente ao nível da Avenida do Infante.

Até ao momento, foram realizados cerca de 25.000 m2 de área de construção, incluindo os respetivos elementos verticais (muros, pares e pilares).
Em jeito de ponto de situação, o FN deixa aqui os principais recursos afetos à construção do Hotel Savoy Palace:
- Seis gruas-torre
- Cerca de 230 colaboradores
- Equipamentos de cofragem de lajes, paredes e pilares e escoramento simples e de pé-direitos elevados
- Equipamentos de terraplanagem tais como escavadoras, conjunto industrial, bobcat, camiões basculantes, etc.
- Equipamentos para realização de betão, nomeadamente central de betão, camiões betoneiras, auto-bombas de betão e linhas de betonagem.
Em termos de materiais extraídos e incorporados na obra, estão confirmados até à data os seguintes:
- Escavação de solos – cerca de 35.000 m3
- Escavação de rocha – cerca de 2.500 m3
- Betão – cerca de 17.500 m3
- Aço – cerca de 1.800 Ton
- Aço de Pré-esforço – 75 Ton
Conforme apurámos junto de fonte próxima da administração, a obra encontra-se no ritmo previsto no programa de trabalhos.
Além das intervenções aparentes, desenvolve-se paralelamente toda a parte técnica da obra com a preparação dos trabalhos e o aprofundamento e detalhe dos projetos.
A conclusão da obra, que representará para a Região um reforço de cerca de 400 camas turísticas, está prevista para 2018.
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