
O partido JPP emitiu um comunicado no qual afirma que, no que diz respeito ao caso BANIF, compreende que era necessário salvaguardar os portugueses que tinham depositado as suas economias, os vários postos de trabalho ligados à instituição, bem como salvaguardar toda a economia associada ao BANIF, e espera, realmente, que estas questões sejam asseguradas, tendo em conta, sobretudo, o número de agências insulares e os depósitos dos emigrantes.
“No entanto, o JPP não entende que o Estado Português insista em apenas remediar o problema, quando devia de ir ao cerne da questão e procurar as razões e os culpados dos problemas. A lei é demasiado permissiva neste setor e continua a haver falta de fiscalização e de regulação do sistema financeiro. É necessário alterar esta realidade”, considera.
“Numa altura em que os portugueses veem os seus bens penhorados por incumprimento das suas obrigações à banca, assistimos ao resgate das instituições financeiras incumpridoras com o dinheiro dos contribuintes, numa manifesta dualidade de critérios, onde o mais fraco não tem voto na matéria.
O JPP considera que o povo português tem sido chamado a intervir com demasiada frequência, por imposição dos sucessivos Governos, nos resgates de bancos privados (BPN, BPP, BES e agora o BANIF com 3 mil milhões de euros), com custos elevadíssimos, que já atingiram os 13 mil milhões de euros, motivadores de políticas de austeridade, que serviram quase em exclusividade a banca”.
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