“SantaFaz 2025” decorre de 20 a 25 de junho

Foi esta manhã apresentado o programa das Festas do Concelho de Santa Cruz. O SantaFaz decorre entre os dias 20 e 25 de junho, iniciando-se, como referiu a presidente Élia Ascensão. com os grupos do concelho, com destaque para o Concerto ‘Confluências’, que junta as bandas filarmónicas de Santa Cruz, no dia 20, a Gala ‘Re-Cordis’, no dia 21, e o 10º Encontro de Repentismo, no dia 22, novamente com a Associação Musical e Cultural Xarabanda, que leva a palco o ‘A improvisar é q’ a gente se entende’.

De resto serão quatro dias em cheio, que foram apresentados esta manhã pelo chefe de divisão Nélio Pão e pela técnica Ana Filipa Pereira. Destaque para o concerto da cabo verdiana Elida Almeida, no dia 21, pelas 22h, para o concerto dos Delfins Tour 40 anos, no dia 24, pelas 22h, e para o concerto de Marisa Liz no dia 25, também pelas 22 horas.

De salientar, ainda, as marchas de São João no dia 23, pelas 19h30, a cargo da Casa do Povo de Santa Cruz, culminando com fogo de artifício na Praia dos Reis Magos, pela meia- noite. Fogo de artifício que também será lançado em Santa Cruz no dia 24 de junho.

A sessão solene comemorativa do 510º aniversário do concelho de Santa Cruz terá lugar no dia 5 pelas 17h.

As Festas do concelho, certame denominado de Santa Faz, voltam assim a ser uma montra da dinâmica cultural do concelho, valorizando as tradições, a contemporaneidade e a criação de uma marca identitária diferenciadora e de qualidade.

Assim, o programa contnuará este ano a conjugar o que de melhor se faz no concelho, congregando num só evento uma mostra da capacidade das associações e grupos culturais, sem esquecer a aposta em vários cartzes nacionais, perseguindo, desta forma, o ojetivo de dinamização cultural e económica da capital de concelho e criando, ano após ano, um evento de qualidade que orgulha os santacruzenses e coloca Santa Cruz no mapa regional de eventos.

Destaque para a valorização daquelas que são as marcas diferenciadoras de Santa Cruz, através dos grupos locais, tanto na área do Repentismo, como na área do Folclore, através das bandas filarmónicas, do artesanato e de todo o talento que Santa Cruz tem dado à Madeira e ao mundo.

O Santa Faz assume-e, assim, como marca identitária e como vetor de desenvolvimento, dando força à aposta que o concelho tem feito na área da Cultura, como um dos vetores estratégicos da política autárquica, dada a consciência da importância da herança histórica e cultural, e também da projeção da identidade como fator fundamental de afirmação e de desenvolvimento.


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