
Paulo Cafôfo, líder do PS-M e máximo responsável, portanto, por esta derrota eleitoral, em que inclusive o PS passa de segundo partido mais representativo na RAM para terceiro lugar, depois do JPP, surgiu hoje com um ar algo compungido frente às câmaras de televisão, afiançando no entanto que fez o que pôde, e o melhor que sabia, para que o partido ganhasse.
Assume portanto a derrota, mas “com a cabeça erguida”, por acreditar nos valores que o seu partido defende. “O resultado não foi o que desejaria ou esperaria”, assumiu, mas agradecendo aos simpatizantes e militantes do PS pela “força que lhe transmitiram sempre ao longo da campanha”.
“Aceito esta derrota”, assumiu, “mas de cabeça erguida”, pois “sempre lutei por princípios, por valores, por projectos e neste caso em concreto, destas eleições, lutei com todas as minhas forças e com tudo aquilo que sabia. E por isso saio derrotado”, mas com dignidade e humildade.
O PS tem agora duas eleições pela frente, nacionais e autárquicas, e compete-lhe agora mantê-lo organizado e unido.
“Depois das autárquicas, naturalmente, vou abrir um processo interno para a liderança do partido”. Mas até lá, “o partido tem de estar focado nos desafios eleitorais”, mantendo-se sob a sua liderança.
“Aceitando a derrota, temos de olhar para a frente”, frisou.
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