CDS indignado diz que foi consumada uma tragicomédia

A tragicomédia da extrema-direita justiceira e da esquerda demagoga e radical consumou-se e deixou a Madeira sem Orçamento e sem Governo para 2025, lamentou hoje o CDS.

“A rejeição do Orçamento e do Plano de Investimentos para o próximo ano, vão lançar a Madeira numa grande instabilidade, sem fim à vista”, profetizam os centristas.

Para os mesmos, “a irresponsabilidade prevaleceu sobre a estabilidade; a partidarite sobrepôs-se ao interesse da Madeira e dos Madeirenses. É mau de mais, mas é o estado a que chegou a política na Região”.

O CDS afirma que há partidos e agentes políticos “que vivem numa bolha, alheados da realidade e ignorando os legítimos interesses e os desejos da população”.

“Esta ingovernabilidade e paralisação na aplicação dos dinheiros públicos compromete a redução de impostos, a valorização de carreiras e salários e a prestação de apoios sociais, inviabilizando a melhoria das condições de vida dos cidadãos e famílias”, indigna-se o CDS.

“O Chega quis substituir-se à Justiça, tentando transformar o Parlamento Regional num Tribunal, ferindo o princípio sagrado da separação de poderes no Estado de Direito Democrático e o estranho é que foi acompanhado por outros partidos de quem se esperava outra postura e outra responsabilidade. Agora, compete ao povo dar a devida resposta e castigar aqueles que puseram os seus interesses acima dos interesses regionais, lançando a Madeira na instabilidade, sem Governo e sem Orçamento”.


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