
A Escola Secundária Jaime Moniz acolherá, entre os dias 6 e 10 de março, o XXXI Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela. Nesta edição, cinco escolas apresentam os seus trabalhos a concurso com alunos com idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos.
Na Cerimónia de Abertura, o convidado Ricardo Brito apresenta “Não é uma disciplina, é uma opção”, um trabalho desenvolvido pela Oficina de Ideias das Terras do Oeste – Associação Cultural.
Os trabalhos das escolas concorrentes são apresentados a partir de quarta-feira. Faz estreia dia 08 de março, às 10h40, o grupo O Moniz – Carlos Varela, da Escola Secundária de Jaime Moniz, com a peça “E o óscar vai para…”, uma criação a partir da “Crónica de D. João I” por Vanda Caixas. O grupo Teatro Amarelo da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol apresenta no mesmo dia às 15h00 a peça “Auto da Barca do Inferno”, uma adaptação de Judite Perestrelo. Na quinta-feira, dia 09 de março, pelas 15h00, o grupo Voo à Fantasia da EBS Padre Manuel Álvares traz a peça “Uma boa semente” de Lília Pereira. Na sexta-feira, às 10h40, estará em palco o grupo de teatro da Escola Básica e Secundária Professor Dr. Francisco Freitas Branco com a peça “A Revolução” de Gonçalo M. Tavares (adaptação). Às 12h00, o grupo de teatro Cortina Aberta da EB23 de Santo António e Curral das Freiras leva a cena a peça “Cortina Aberta”.
No festival são atribuídos os prémios de Melhor ator, Melhor atriz, Melhor sonoplastia, Melhor encenação, Melhor texto, Melhor realização plástica e Prémio Carlos Varela. São ainda atribuídas menções honrosas e louvores, de acordo com os trabalhos e temáticas apresentadas. O grupo vencedor do Prémio Carlos Varela (melhor coletivo) terá oportunidade de apresentar o seu trabalho no Teatro Municipal Baltazar Dias a 12 de maio, graças ao protocolo celebrado entre a escola que acolhe o Festival e a Câmara Municipal do Funchal, através da direção do Teatro Municipal Baltazar Dias.
O painel de jurados é constituído por Ana Amaro, Assessora de Relações Públicas e Marketing, da Câmara Municipal do Funchal; Catarina Faria, Programadora do Teatro Municipal Baltazar Dias; Eduardo Luíz, Presidente da Associação Teatro Experimental do Funchal; Maria José Varela Costa, Presidente da Associação Contigo Teatro; Diogo Correia Pinto, Coordenador do Curso Profissional de Teatro do Conservatório – Escola Profissional das Artes – Engº Luíz Peter Clode.
Durante a semana, os alunos são convidados a participar em debates e workshops para aprofundar áreas afins às artes do espetáculo. Na segunda-feira, dia 06 de março, pelas 15h00, Diogo Sousa, convida vários atores, Élvio Camacho, Francisco Lobo, Laura Antunes e Xavier Miguel, para uma conversa sobre o Teatro na rubrica “Tea a Tral”. Na terça-feira, dia 07 de março, pelas 16h30, Yury Rykunov, professor do Conservatório, desenvolverá um workshop de técnicas de dança no movimento cénico. Na quarta-feira, dia 08 de março, pelas 11h45, o grupo Metaphora promoverá um workshop de improviso. Às 16h30, o formador Paulo Beju levará a cabo o workshop afALAdoCORPO. Na quinta-feira, dia 09 de março, às 9h00, João Brás realizará um workshop intitulado Do teatro ao cinema; às 10h40, Catarina Claro conduzirá o workshop Jogo Teatral.
Como grupos convidados, contaremos com a presença do 2.º ano do Curso Profissional das Artes do Espetáculo – Interpretação do CEPAM com a apresentação da peça “O Ensaio” de André Tecedeiro. Um outro grupo de alunos do Curso Básico de Teatro do CEPAM, Os Bosnaitos, atuará com a peça “A Rainha Deslumbrada”, criação de Diogo Pinto do CEPAM.
A cerimónia de encerramento ocorrerá pelas 14h30, no dia 10 de março, com a apresentação do livro “Quarto de Século” de Assunção Varela, pelo Professor Agostinho Soares. Segue-se o Projeto “Companhia 48”, coordenado por Xavier Miguel e Pedro Monteiro, uma parceria entre a Associação de Teatro Bolo do Caco e o Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família.
Por fim, o momento esperado por todos os concorrentes: a entrega de prémios, menções honrosas e louvores.
O tradicional Festival Regional de Teatro Escolar procura, há 31 anos, formar públicos, criar cidadãos autoconfiantes e potenciar competências nas artes do espetáculo. O professor Carlos Varela, o mentor deste festival, teve o sonho de possibilitar o encontro onde todos tivessem um lugar e pudessem mostrar o seu amor ao teatro. É com muito orgulho que, anualmente, a Escola Secundária Jaime Moniz, dinamizando este projeto da Secretaria Regional da Educação, Ciência e Tecnologia, acolhe todos os jovens que têm o sonho de pisar o palco e nele crescer.
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