
A vereadora do CDS na Câmara do Funchal afirma que o valor das indemnizações a pagar pela Câmara do Funchal às vítimas da tragédia do Monte,”é baixo e pouco adequado aos danos sofridos”.
Depois de um requerimento escrito, vários pedidos verbais, incontáveis insistências nas reuniões do executivo e mais de 20 meses depois, foi preciso esperar pelo último dia de Paulo Cafôfo à frente da Câmara do Funchal para que fosse fornecida ao CDS a apólice do seguro de responsabilidade civil para pagamento de indemnizações aos familiares das 13 vítimas mortais e cobertura dos custos com os feridos da tragédia do arraial de Nossa Senhora do Monte.
No dia em que Paulo Cafôfo renunciou ao cargo de presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF) para se dedicar à campanha para as eleições legislativas regionais de 22 de setembro, a vereadora do CDS, Ana Cristina Monteiro, aludiu à “reunião rápida” desta quinta-feira para precisar que “O CDS tinha razão quando dizia que o presidente tinha o corpo na Câmara e a cabeça na Quinta Vigia”.
“Passamos a ter um presidente a tempo inteiro, e creio que isso é bom para mais depressa resolvermos os problemas dos funchalenses”, assinalou a autarca do CDS, destacando, depois, o facto de “após vários pedidos dos vereadores do CDS e dos deputados municipais, finalmente ficamos a conhecer a apólice de responsabilidade civil extra-contratual da Câmara”, documento que permite saber os valores previstos para o pagamento de indemnizações aos familiares das 13 vítimas da tragédia do Monte.
Ana Cristina Monteiro anunciou que o CDS iria proceder a uma leitura pormenorizada dos valores abrangidos pela apólice, mas pelo que pode ver, “o capital é muito baixo, o que torna o valor das indemnizações pouco adequados aos danos sofridos”.
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