
A greve dos motoristas de matérias perigosas, que hoje abalou Portugal com ameaças de rutura no abastecimento de combustívesi nos aeroportos e nas postos, provocando filas intermináveis, vai continuar nos próximos dias. A reunião entre a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) e o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas terminou sem acordo e o único avanço, se é que se pode considerar avanço, é que os serviços mínimos estão garantidos, ou seja durante a greve será assegurado 30% do abastecimento das bombas de gasolina de Lisboa e Porto, além dos abastecimentos de hospitais e aeroportos.
O governo de António Costa já veio a público, através dos ministros da Administração Interna e do Ambiente e da Transição Energética, assumir uma posição declarando a situação de alerta devido à greve e adotando medidas excecionais para garantir o abastecimento, sendo que este cenário vai vigorar até às 23.59 horas do dia 21 de abril, domingo de Páscoa e visa um alerta total parte das forças de segurança e de Proteção Civil, envolvendo patrulhamento e escolta para proteger pessoas e bens.
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