
A grande dúvida que assalta qualquer turista é o que ver quando chega a uma nova cidade.
Córdova, Málaga, Granada e Sevilha são cidades andaluzes de grande influência árabe, romana, visigoda e castelhana.
Em Sevilha, o centro histórico é riquíssimo, desde a Praça de Espanha à Catedral. Aliás, a catedral de estilo gótico é a maior de Espanha e a terceira maior do mundo. É ela que alberga o mausoléu de Cristóvão Colombo.
Nas margens do rio Guadalquivir, ergue-se a Torre del Oro, construção do século XII.
A torre La Giralda, o Real Alcázar de Sevilha e outras construções de influência árabe, assim como a moderna construção Metropol Parasol são outros monumentos a visitar.

Em Córdova não se pode perder a ponte romana com os seus 16 arcos, primitivamente construída ainda de Cristo vir ao mundo. Ao final da tarde, quando os raios de sol incidem sobre a ponte, a tonalidade dourada sobressai. São pedras que falam.
Alinhada com a ponte, numa das margens está a Puerta de La Puente, conhecida pelos locais como o “arco do trinfo” de Córdova.
Pelas ruelas, dos pátios (património imaterial da Humanidade), varandas e beirais sobem e descem trepadeiras e vasos de flores.
A Mezquita-Catedral de Córdova é imperdível. A sua construção remonta a 786, ainda nos tempos de ocupação da Península pelos árabes.
O Arcanjo São Rafael é figura predominante. Aliás, dizem as estatísticas que 1 em cada 5 cordovês se chama Rafael.
Em Córdova facilmente se nota a mistura entre os dois credos, o Católico e o muçulmano. No Alcázar de los Reys isso nota-se particularmente.
A influência judaica também está presente no centro histórico de Córdoba. A antiga Sinagoga, a Casa de Sefarad, o Zoco Municipal e o Pátio Andalusi são outras referências.
Para comer, entre as muitas tapas espanholas, aqui a tauromaquia está no sangue. O rabo de touro é uma das especialidades.
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