
Um pouco por todo o mundo, a Igreja Católica atualiza um ritual simbólico: o lava-pés, numa alusão à última Ceia e ao exemplo de serviço, disponibilidade e Amor de Jesus para com os homens, lavando os pés aos 12 apóstolos.
Um exemplo hoje seguido pelo Papa Francisco que também lavou os pés a 12 reclusos, na Casa de Reclusão de Paliano, em Frosinone, a sul de Roma, com a seguinte mensagem: “Deus ama assim! Até ao fim. E dá a vida por cada um de nós e orgulha-se disso, porque Ele é Amor”.
Na Madeira, o Bispo da Diocese do Funchal, perante os mais de oitenta sacerdotes, também atualizou na Sé Catedral este ato profundamente simbólico e os sacerdotes fizeram-no também nas suas paróquias. Na Igreja de São Martinho, o padre Marcos Gonçalves esclareceu que não se trata “de um teatrinho” mas de um gesto que pretende assinalar a fraternidade, a urgência do amor entre os homens.
Tudo isto numa cerimónia em que se celebrou também a Eucaristia, tendo o padre Marcos Gonçalves apelado à oração pelas vocações sacerdotais. “Sem sacerdotes não pode haver Eucaristia”. De resto, elucidou, um padre não nasce do nada, nem de um dia a outro, mas no seio das famílias, das comunidades e de muita oração.

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