Numa primeira reação manifestou satisfação por estar fora da acusação.
“Mais uma vez se prova que sou sempre arrastado para as embrulhadas dos outros”, disse.
Recorde-se que hoje o MP tornou público que requereu o julgamento em tribunal colectivo de Lídia Freitas pela prática dos crimes de rapto e tráfico de pessoas, referindo-se ao menor de 17 meses desaparecido na Calheta a 19 de Janeiro de 2014 e encontrado dois dias depois.
Sobre os indícios apontados pelo MP segundo os quais a progenitora teria em vista vender a criança a terceiros para que estes a pudessem adoptar por via ilícita, Carlos Abreu Sousa disse que “não está com cabeça” para pensar nisso.
O pai lembra que a Polícia Judiciária (PJ) chegou a suspeitar dele e que agora se prova a sua “inocência” (não dedução de acusação contra si).
O mesmo desfecho que espera do inquérito recentemente aberto por suspeita de violação de uma menor de 17 anos.