O pai do pequeno Daniel, Carlos Abreu Sousa soube pelo Funchal Notícias da acusação deduzida pelo Ministério Público (MP) contra a mãe do menor, Lídia Freitas.
Numa primeira reação manifestou satisfação por estar fora da acusação.
“Mais uma vez se prova que sou sempre arrastado para as embrulhadas dos outros”, disse.
Recorde-se que hoje o MP tornou público que requereu o julgamento em tribunal colectivo de Lídia Freitas pela prática dos crimes de rapto e tráfico de pessoas, referindo-se ao menor de 17 meses desaparecido na Calheta a 19 de Janeiro de 2014 e encontrado dois dias depois.
Sobre os indícios apontados pelo MP segundo os quais a progenitora teria em vista vender a criança a terceiros para que estes a pudessem adoptar por via ilícita, Carlos Abreu Sousa disse que “não está com cabeça” para pensar nisso.
O pai lembra que a Polícia Judiciária (PJ) chegou a suspeitar dele e que agora se prova a sua “inocência” (não dedução de acusação contra si).
O mesmo desfecho que espera do inquérito recentemente aberto por suspeita de violação de uma menor de 17 anos.